Só para loucos
  As flores do fim.

Quando a vida real for um sonho distante,
Um quadrande perdido no meio do espaço
Quando o não e a ausência baterem à porta
E as comportas da dor irromperem no peito,

Quando o dia não for mais que o cerne partido
De alguma esperança esquecida no tempo
E o vazio negrume da noite sem lua
Espelhar teu semblante, teu corpo, tu’alma.

São as flores do fim
Quase a desabrochar.

Diz-me, ó indecisa flor:
Existe mal em desejar o inevitável?

Eis que as flores do fim
Permanecem assim
Eternamente entreabertas
Para mim

Lucas Parente



Escrito por Gustavo Chaves às 22h14
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