Da América (ou do Amor)
Sob o céu da América Latina
Teço os meus relatos
(Olho o sol que brilha a noite
E que deram pra chamar de lua)
Vejo nos olhos que cintilam e refletem a noite
Uma ultima gota de esperança
E tantas outras de suor já derramado.
Todo o céu se fecha
E o horizonte não se abre
Senão limita
E os olhos fecham de sono
Toda a esperança transformar-se-á em sonhos
E o vômito, a enxaqueca,
De uma América sem vida, findará
Tudo renascerá da lama (e também das cinzas)
E por fim o amor brilhará.
Mais que lua, mais que qualquer sol.
Amém.
Gustavo Chaves
Escrito por Gustavo Chaves às 21h23
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